
terça-feira, 1 de julho de 2008
domingo, 1 de junho de 2008
Notícias da casa Brasileira

CANSEI!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
sábado, 27 de outubro de 2007
Segurança!
sábado, 13 de outubro de 2007
Clara! Vai se foder!
terça-feira, 18 de setembro de 2007
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Viver é realmente muito perigoso...
"No século XX uma onda de governos ditatoriais direitistas ascendeu no território latino-americano. A Argentina sofre uma grande turbulência política até ser afetada pelo golpe militar de 76, o Uruguai e o Chile sofrem o mesmo em 73, o Brasil em 64. Porém a ditadura que mais perdurou na América do Sul foi a ditadura de Stroessner que subiu no poder num golpe em 54 e governou o Paraguai até 89. Diversas correntes historiográficas foram trabalhadas para registrar e dar sentido à este contexto, garimpando e manipulando suas fontes para legitimar a sua produção, seja na história oficial, na imprensa “independente” ou mesmo nas chamadas teorias da conspiração.
O fato curioso é que após o governo militar, foi encontrado em Lambaré (uma cidade perto da capital paraguaia) um acervo de documentos, arquivos e livros com os nomes de milhares de desaparecidos de dentro e fora do Paraguai que até então eram negados pela imprensa política oficial. Relações com os líderes militares dos países vizinhos e interesses do centro de inteligência estadunidense (CIA) foram confirmados com os documentos encontrados no “Archivo del Horror”, assim denominado o acervo com os arquivos secretos da Operação Condor, que financiou as tomadas de poder militar na América nesta época.
Este achado incomodou muitos setores da sociedade de diversos países, por este motivo muitos documentos desapareceram e existe em desenvolvimento na justiça, uma luta de forças para manter o arquivo “em boas mãos”.
Diversos registros de tortura e intenções internacionais são encontrados no acervo, bem como a relação de exilados mortos e perseguidos em outras terras, como a ativista Soledad Barret - neta do filósofo anarquista espanhol Rafael Barret - paraguaia, na época se encontrava grávida, foi torturada e morta em terras brasileiras. Diversos são estes casos que posteriormente foram denunciados pela mídia independente e pela contra-cultura sul-americana. Músicas uruguaias falavam de exilados paraguaios, presos políticos argentinos pediam apoio no Chile e é esse intercâmbio histórico-cultural que será analisado no presente trabalho a partir dos documentos estudados do “Archivo del Horror”.
As informações contidas neste acervo são de direito público de todo povo sul-americano abalado e influenciado pelas práticas militares e a divulgação do seu conteúdo – bem como de qualquer conhecimento histórico - é importante para a mudança e a formação de uma memória, que apesar de vivida, muitas vezes não é legitimada.
No âmbito da ditadura militar latino-americana encontramos na maioria dos países um dito “silêncio internacional” e é esse silêncio que pretende ouvir e descrever a autora do presente projeto."
Ouvir os gritos das torturas e os choros dos exílios - política, adoro.
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
viva la cenourición!
(=':'=)
(")_(")
Sim, síndrome da distribuição de coelhos. Mais do que uma pegadinha, sinto vontade de entregar um coelho para as pessoas na rua e dizer "Ah, segura isso aqui que já venho" e deixar o coelho ali olhando sem entender e a pessoa sem comer cenouras. Parei o texto pra pegar minha salada. Pus shoyu, tinha cenoura ralada. Aliás a coleira da Chiquita é laranja, cor de cenoura. Mas na verdade não era nada disso que eu queria postar aqui. O que queria dizer é do Lula, já que a culpa é sempre minha ou dele (primeiro por que votei nele, segundo por que ele foi eleito, terceiro por que eu votaria de novo só pra não ver o Alckmin vencendo mas se bem que na real às vezes a gente tem que chegar no cúmulo do neoliberalismo pra foder com tudo e não dar margem pra hesitação, é tudo ou nada, ou não). Vamos espalhar aqui o lego da Esperança. Sim, a velha discussão do "nivelar por baixo e manter a mediocridade pra garantir que a direita não tome o poder (!)" ou "vamos fazer revolução, derrubar este sistema, avante às cenouras, as pedras e os poemas". Meu coração foi sempre assim, a lo Zitarrosa. Eu me dou muito bem com o contexto anarquista de morte e de vida. De viver, de praticar, de respirar. Mas eu não sou todo o mundo né muito menos o resto das pessoas, eu sou eu. E é como comentei em tantos e-mails com o tio Anti, na luta de classes, a classe inferior se espelha (ou tenta) e apoia a classe superior por que ela trabalha indignamente pra poder chegar lá um dia. Entendem o problema crucial? E é claro, quero dignidade, arte, comida, dinheiro, sexo e felicidade pra todo o mundo... mas nem o direito comum tira o direito de pleno arbítrio das pessoas, de cada um. Não Fish, o anarquista não é sempre individualista, conversei muito com o príncipe Kropotkin a respeito e de fato ele tem razão... qualquer espécie se dá bem quando utiliza a colaboração mútua, essa de seleção natural obrigatória (desculpa esfarrapada pra dar base pra concorrência desgraçada do mercado) é muito relativa e de fato, para minha tristeza, os vencedores já estão aqui, e a história hoje, ainda que não mais factual nem eurocêntrica, ainda que indígena e negra ainda é dos índios que ganharam as batalhas, dos negros que sobreviveram dos camburões (navios negreiros, digo). Mas tudo é assim, sem churumelas, de trilhões de espermatozóides cá estamos nós. Mas chega desse papo progressista chinfrim. Este texto está uma merda porque não tem sentido nenhum apesar de eu ter escrito algumas de minhas boas verdades... a lo groucho Marxista: Estes são meus princípios, se você não quiser eu tenho outros...
- Não não, por favor, Clara, pode terminar seu texto.
Preciso me explicar, num debate não argumento de forma tão ridícula assim. É que é difícil fazer uma ponte entre cenouras e tomates... não parece, mas é. Tudo que eu queria era espalhar um coelho para cada um desse mundo. E ver a reação de cada um. A revolução é um coelho. Plantemos as cenouras.
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Olha só, um blog novo!
Como eu ia dizendo, tenho um certo problema quanto a ser objetivo. O parágrafo acima é um exemplo do que pode acontecer quando escrevo. Mas vamos ao que interessa.
Anticontrole (a.k.a. Tiago, o outro louco que compõe a formidável equipe deste blog), prazer. Vagabundo, ávido consumidor de livros (emprestados – livro é artigo de luxo pro trabalhador, quanto mais prum cara que não tem renda), cigarros e bebidas em geral – sucos, refrigerantes, bebidas alcoólicas, destilados de petróleo, etc. Arranhador de guitarras e violões (e péssimo cantor) e fã de bandas como Pink Floyd, El Polen, The Mars Volta, Radiohead, leitor de revistas em quadrinhos (Pato Donald é muito melhor que Mickey, Batman dá de mil a zero no Superman, Sandman chuta bundas), entre outras coisas igualmente não importantes. Como Clara já falou, esquerdista – tanto quando a “direita” estava no poder, quanto agora que a “esquerda” realizou seu sonho e com isso acabou com o dos eleitores iludidos; pois no sistema político atual, não interessa quem está no poder, não muda NADA. Basicamente, aquele cara que vota nulo e reclama sempre.
Conheci a Clara há um ano ou pouco mais, via internet, num contato completamente inesperado que partiu dela. Ou seja, a culpa não é minha. Gostaria de dizer que a culpa é do Lula, mas, sejamos justos, dessa vez ele realmente não sabia de nada. A culpa é da Clara. Não conheço o outro membro de nossa ilustre equipe – Luiz – , e tenho dúvidas se gostaria de conhecer (esquerdistas são chatos). Ou seja, a culpa deste blog existir, mais uma vez, não é minha. Chamo a atenção para o fato irrefutável de que a culpa é da Clara, novamente, de forma agravante. A coisa tá feia pro lado dela.
Tenho um outro blog (Di Profundis) onde também divido o espaço com outras duas pessoas. Como se pode notar numa visita ao endereço, minhas contribuições são poucas, singelas e de qualidade duvidosa. É bastante provável que isso se repita aqui; não possuo acesso cotidiano à internet, e além disso minha massa cinzenta, além de pouca, é preguiçosa. Então, dêem graças, pois terão poucas oportunidades de ler meus textos.
Espero não ter cansado o leitor, porque eu cansei de escrever. Passei quase dez minutos procurando uma maldita BIC preta pra compor este belo exemplar de inutilidade. Começamos bem.
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Oi, tudo bem?

Olá! Meu nome é Clara, sou dançarina, historiadora, apresentadora, atriz, modelo, manequim, cozinho, passo, limpo, sou garota de programa. Estou aqui pra fazer amigos. Sigilo absoluto. Me add.
Que porra é essa! Que porra é essa de ficar criando conta pro Blogspot sendo que todo o mundo aqui tem seu próprio Blog? O Tiago já tem um blog dividido por três (Diprofundis), o Luiz é um louco, um louco que se faz de Diógenes pra pegar as menininhas que não sabem mexer em comunidades. Eu moro em Curitiba, ele mora em São Paulo e ele em Porto Alegre. Pensando bem o Tiago também é louco. Enfim, a idéia é juntar as (ins)pirações nossas pra jogar tudo aqui mesmo e ver se tem algum maluco medíocre pra comentar. Essa é pra vocês mesmo, leitores. O que seria do texto sem o leitor? E do leitor, sem ler? O que seria de mim se eu não pudesse





